As noites também existem cá - engane-se quem pensa o contrário - embora o meu blog não incida propriamente sobre esta parte dos dia.
Embora não seja o meu habitat por excelência faço os possíveis por não me alhear do que se passa depois do jantar - fora de casa, claro está! Assim sendo, na semana que passou tentei cumprir calendário.
Fui ver as coisas lá por fora no Sábado, dia 8. Uma boa festa no Babel, bons copos de água e gelo, pelos quais não se paga nada. Ambiente giro e engraçado; Quarta-feira, dia 12. La Maison, onde a americanada reina; Quinta-feira consegui saltar mais uma pastosa festa de Erasmus, desta vez auto-intitulada elegant party. Bem, foi boa aposta ficar na ronha.
Já na Sexta apostei - mal, entenda-se - na noite do Gilda, um sítio onde a decoração consegue ser mais feia que o próprio nome, onde fiquei não mais de 20 minutos, para saír por onde tinha entrado. Felizmente estava suficientemente lúcido para tal.
Já na Sexta apostei - mal, entenda-se - na noite do Gilda, um sítio onde a decoração consegue ser mais feia que o próprio nome, onde fiquei não mais de 20 minutos, para saír por onde tinha entrado. Felizmente estava suficientemente lúcido para tal.
Este Sábado foi no Rialto, que ganhou justamente o lugar no top dos locais da noite.
É divertido, variado q.b., a 30 segundos da porta de nossa casa e realmente prático pois alterna ambientes interiores, quentes e escaldantes, com o exterior - arejado e fresco - o que para mim dá um enorme jeito! Com a vinda de malta cá para casa - estivemos 13 a dormir no fim-de-semana passado - as noites são mais variadas e engraçadas! Por vezes - antes de saír - passamos nos apperittivi, em Trastevere, onde enchemos a barriga de coisas boas, com massas, pastas, frutas e saladas!Uma nota para alguém que - ao que tudo indica - se prepara para criar raízes tão profundas quanto às nossas, cá em Roma! Ele é o Pebas, veio para ficar cá por 15 dias e trouxe o Zé consigo para alegrar as maltas. É bom, o frigo de cá de casa está sempre cheio!

A malta junto ao Rialto, já há uns tempos
Da experiência desta semana tiro que vale mesmo a pena umas loucuras. Mas que definitivamente o meu ano de Erasmus tem pouco a ver com aquilo que são as noites loucas e as grandes maluquices.
A ter momentos de loucura, que sejam de dia!